Disse-me Virginia que escrevesse todos os dias. Que não há um dia indiferente. Há sempre algo. Uma cortina que dança, um sol que queima, um toque discreto, um grito ou um sufoco. Não se podem perder os dias.

Escreve sobre todos os dias, disse-me. Consegui-o durante algum tempo, perdi-me entretanto, mas as palavras regressaram a mim. Os dias importam. Estou de volta. E, desta vez, partilho-me.

Inteira.

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